O Nubank definiu quem vai chefiar sua área jurídica global. A escolhida foi Sarah Wilson, contratada para comandar o time jurídico do banco em nível mundial, com início marcado para 28 de setembro de 2026. Na estrutura, ela se reporta ao fundador e CEO, David Vélez.
Sarah Wilson deixa o Circle Internet Group, onde respondia desde janeiro de 2025 pelos cargos de conselheira jurídica-chefe e secretária corporativa (General Counsel e Corporate Secretary). Antes disso, ocupava na mesma companhia os cargos de vice-conselheira jurídica e secretária corporativa. À frente do jurídico, orientou o Conselho de Administração e a alta gestão em temas regulatórios, comerciais, corporativos, de produtos, de governança e litigiosos.
Ainda no Circle, a executiva foi co-líder do processo de abertura de capital (IPO) da empresa na Bolsa de Valores de Nova York, concluído em junho de 2025. Também acompanhou as frentes de fusões e aquisições (M&A) e de venture capital.
Sua carreira anterior inclui a chefia jurídica na empresa Duly Health and Care, além da atuação como advogada corporativa no escritório Sullivan & Cromwell. No campo acadêmico, formou-se em Direito na Northwestern University School of Law, e é bacharel em Relações Internacionais na University of Southern California.
A nomeação em resumo
| Item | Dado |
|---|---|
| Cargo | Chief Legal Officer (CLO) |
| Início | 28 de setembro de 2026 |
| Reporte | David Vélez, fundador e CEO |
| Origem | Circle Internet Group (NYSE: CRCL) |
Fonte: Nu
O que Vélez disse sobre a escolha
Ao comentar a nomeação, o fundador e CEO ressaltou a bagagem da executiva em operações reguladas e no mercado de capitais.
“Sua trajetória no mercado de capitais, em M&A, governança e setores altamente regulados será valiosa à medida que continuamos a buscar crescimento em nossos principais mercados, a reposicionar o Nubank em torno de IA e a expandir internacionalmente com disciplina”, afirmou David Vélez, fundador e CEO.
A expansão internacional citada por Vélez está entre as prioridades declaradas do banco, movimento que já levou a fintech a estrear nos Estados Unidos. O reposicionamento em torno de inteligência artificial e a busca por crescimento nos mercados principais também aparecem na fala do executivo.








