O Nubank deu o primeiro passo oficial para entrar no sistema financeiro dos Estados Unidos. A empresa brasileira, que já soma 123 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, solicitou uma licença ao Gabinete do Controlador da Moeda (OCC) para operar como banco nacional em solo americano.
A movimentação acontece enquanto a empresa reforça sua presença local: Cristina Junqueira, cofundadora e diretora de crescimento da Nu Holdings, agora atua em tempo integral nos EUA, onde lidera a operação emergente.
Nubank mira os EUA com IA e estratégia global
O pedido de licença não significa uma saída da América Latina. Segundo David Vélez, fundador e CEO, o foco ainda está nos mercados atuais. Mas a ideia é clara: posicionar o Nubank como uma opção relevante também para clientes nos Estados Unidos, tanto os que já usam o banco quanto um público novo com dores financeiras semelhantes.
A estratégia se conecta com a chamada “Estratégia de Três Atos” da companhia: dominar a América Latina, expandir para outros setores além dos serviços financeiros e, por fim, tornar-se um modelo global de banco digital orientado por inteligência artificial.








