A Anthropic acusa três empresas chinesas de inteligência artificial de terem criado mais de 24 mil contas falsas para extrair capacidades do seu modelo Claude. DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax teriam gerado mais de 16 milhões de interações com o sistema usando uma técnica chamada destilação, segundo a companhia americana.
A denúncia ocorre em meio aos debates sobre controles de exportação de chips avançados de IA para a China. Nesse sentido, a Anthropic argumenta que os ataques reforçam a necessidade de restrições mais rígidas.
Escala dos ataques variou entre empresas
A Anthropic rastreou mais de 150 mil interações da DeepSeek, focadas em melhorar lógica fundamental e alinhamento do modelo, especialmente em alternativas seguras para consultas sensíveis. Já a Moonshot AI registrou mais de 3,4 milhões de trocas voltadas para raciocínio agêntico, análise de dados e visão computacional. Em janeiro, a empresa lançou o modelo open source Kimi K2.5 e um agente de codificação.
A MiniMax foi responsável por 13 milhões de interações direcionadas a codificação agêntica e orquestração de ferramentas. Segundo o TechCrunch, a Anthropic observou a empresa redirecionando quase metade do tráfego para extrair capacidades do último modelo Claude no momento do lançamento.








