A Anthropic, dona do chatbot Claude, vive um impasse político que pode comprometer seu IPO previsto para 2026. A startup de inteligência artificial, avaliada em US$ 380 bilhões, se recusa a liberar sua tecnologia para vigilância doméstica e operações letais autônomas, contrariando exigências do Pentágono. A tensão cresce justamente quando a empresa captou US$ 30 bilhões em fevereiro e mira a abertura de capital.
O conflito ideológico com o governo Trump
A Anthropic tentou atrair a 1789 Capital, gestora ligada a Donald Trump Jr., mas foi rejeitada. O motivo: histórico de críticas ao presidente e defesa pública da regulamentação de IA. Segundo o NeoFeed, a empresa tem ex-funcionários do governo Biden em seus quadros, o que reforça a percepção de ser uma companhia progressista.
O Claude é o único modelo de linguagem autorizado para ambientes confidenciais pelo Departamento de Defesa. A startup fechou contrato de US$ 200 milhões com a Palantir, de Peter Thiel, e sua tecnologia foi usada na operação que capturou Nicolás Maduro em janeiro. Mas essa vantagem virou problema.








