O Banco do Brasil indicou mudanças em 12 posições da diretoria executiva, com três novos nomes e nove rotações internas, na maior reorganização do comando do banco desde o início da gestão de Tarciana Medeiros. A reestruturação mira a entrega das projeções de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões de lucro para 2026 e posiciona executivos de tecnologia e IA em áreas operacionais.
Reorganização da diretoria executiva
| Movimento | Executivo | Nova área |
|---|---|---|
| Entrada | Bárbara Favero dos Santos Bosi | Finanças |
| Entrada | Bárbara dos Santos Lopes Freitas | Meios de Pagamento e Serviços |
| Entrada | Bruno Alves do Nascimento | Operações (ex-Tecnologia e IA, BB Seguridade) |
| Rotação | Alan Carlos Guedes de Oliveira | Crédito (era Gestão de Riscos) |
| Rotação | Pedro Bramont | Negócios Digitais (era Meios de Pagamento) |
| Rotação | Larissa da Silva Novais Vieira | Marketing e Comunicação (era Varejo PF) |
| Rotação | João Vagnes de Moura Silva | Gestão de Riscos (era Finanças) |
| Saída | Luciano Matarazzo Regno | Deixa diretoria de Crédito |
| Saída | Thiago Affonso Borsari | Deixa diretoria de Estratégia |
Fonte: Banco do Brasil
Quem entra, quem muda e quem sai
Três executivos chegam à diretoria com mais de 25 anos de casa cada. Bárbara Favero dos Santos Bosi assume Finanças, Bárbara dos Santos Lopes Freitas fica com Meios de Pagamento e Serviços, e Bruno Alves do Nascimento, que liderava Tecnologia e IA na BB Seguridade, passa a comandar Operações. Todos vieram de posições de gerência executiva dentro do conglomerado.
Nas rotações, os movimentos mais relevantes envolvem Alan Carlos Guedes de Oliveira, que sai de Gestão de Riscos para assumir Crédito, e Pedro Bramont, que deixa Meios de Pagamento para liderar Negócios Digitais. A diretoria de Crédito muda de mãos após a saída de Luciano Matarazzo Regno, que permanece no conglomerado mas deixa o comando executivo. Thiago Affonso Borsari também sai da diretoria de Estratégia e Organização. Ao todo, nove diretores trocaram de cadeira.
Tarciana Medeiros afirmou que priorizou a rotação porque o programa de formação de dirigentes do banco permite identificar lideranças com capacidade de transitar entre áreas distintas. A lógica declarada é posicionar talentos em funções estratégicas para entregar os resultados projetados para 2026. As indicações seguem a Política Específica de Indicação e Sucessão, com apoio de consultoria externa especializada, e dependem de aprovação nas instâncias de governança competentes.








