O Bradesco trouxe para dentro de casa toda a compra direta de mídia digital e passou a orientar a operação por dados e inteligência artificial. A mudança, concluída no fim de 2024, transformou a área de mídia em uma frente central da estratégia do banco, integrando construção de marca e performance.
A virada da mídia no Bradesco
| Frente | O que mudou |
|---|---|
| Compra de mídia | Internalizada no fim de 2024 (awareness, consideração e performance) |
| Estrutura | Criação da Sala de Performance |
| Mensuração | Métricas integradas de marca e negócio |
| Próxima aposta | Retail media com dados e personalização |
Mudanças na operação de mídia do Bradesco, descritas em junho de 2026. Fonte: Propmark
Mídia como função de dados, não só de marca
A leitura por trás da virada é que mídia deixou de ser vitrine e virou ferramenta de relacionamento. “Ela vai além da visibilidade: é uma ferramenta essencial para construir relevância, fortalecer o relacionamento com os clientes e ampliar nossa capacidade de entender comportamentos, contextos e necessidades reais”, afirmou José Marcelo Rossi, head de mídia e performance do banco, à Propmark.
A internalização cobriu campanhas de awareness, consideração e performance, e teve a criação da Sala de Performance como peça central, com mais agilidade e gestão analítica dos investimentos. Em vez de olhar só indicadores de curto prazo, o banco passou a trabalhar com métricas integradas que conectam performance, percepção de marca e impacto no negócio. Para Rossi, marca e resultado não competem: “elas se potencializam”.








