O BRB está completamente dependente da Câmara Legislativa do Distrito Federal para sobreviver à crise financeira. Após reunião de mais de 11 horas com deputados distritais, o presidente do banco, Nelson de Souza, deixou claro que a capitalização do BRB só acontecerá com aprovação do projeto de lei enviado pelo Governo do Distrito Federal. Uma fonte graduada da instituição foi categórica: sem aprovação do PL, não há norte concreto, e a maior preocupação hoje é a própria existência do banco.
Ausência de alternativas viáveis
A federalização ou privatização do BRB não está sendo considerada, segundo Souza sinalizou aos parlamentares. Outras medidas do cardápio de soluções apresentado ao Banco Central também são insuficientes e igualmente dependem de aval legislativo. Entre elas estão a venda de ativos adquiridos do Banco Master, como prédios e carteiras de crédito consignado, além de empréstimos junto ao Fundo Garantidor de Crédito e a criação de um Fundo de Investimento Imobiliário com imóveis do GDF.
Conforme reportagem do NeoFeed, mesmo essas alternativas necessitariam de outro projeto de lei para autorização, deixando o banco refém dos parlamentares distritais.








