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CIB Bank oferece anel de pagamento grátis na Hungria

Clientes elegíveis do CIB Bank recebem um voucher para resgatar de graça o anel RingPay, que paga por aproximação e usa a tokenização da Visa.

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· 3 min

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O CIB Bank, da Hungria, passou a oferecer a clientes elegíveis um anel de pagamento por aproximação sem custo, em parceria com a Visa. Quem cumpre os critérios da campanha recebe um voucher para trocar pelo anel RingPay, movimento que empurra o pagamento por dispositivos vestíveis para uma base maior de consumidores.

O que é o anel RingPay do CIB

Característica Detalhe
Formato Anel à prova d’água, sem bateria
Uso Dispensa celular e carteira
Vínculo Cartão Visa elegível do CIB
Aceitação Onde a Visa é aceita
Segurança Tokenização da Visa

Características do anel RingPay oferecido pelo CIB Bank. Fonte: Finextra

Como o cliente recebe o anel

Segundo o banco, o benefício vale para quem atende às condições da campanha: o correntista ganha um código de voucher que pode ser trocado, sem custo, por uma unidade do anel RingPay. O acessório é vinculado a um cartão Visa elegível da instituição e funciona em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira, sem depender de celular ou carteira.

O anel também pode ser conectado diretamente a cartões Visa e Mastercard elegíveis do CIB, de acordo com a fabricante do dispositivo. A segurança fica a cargo da tokenização da Visa, tecnologia que troca os dados do cartão por um identificador digital único a cada compra, de modo que o número real não é exposto no ponto de venda.

O CIB apresenta a distribuição como resposta a uma mudança de comportamento. Os hábitos de pagamento dos mais jovens estão cada vez mais digitais e esse público se mostra mais aberto a usar acessórios de pagamento, afirma o banco. “Com esta iniciativa, buscamos reforçar ainda mais essa abertura”, disse Dalma Fodor, head de produtos de transação de varejo do CIB Bank.

Pagamentos vestíveis ganham tração

O anel se soma a uma leva de acessórios que transformam um gesto da mão em pagamento. Outros emissores testam formatos parecidos: o Inter lançou anel e pulseira de pagamento nos Estados Unidos, sinal de que o hardware vestível deixou de ser curiosidade de nicho entre bancos.

A aposta acompanha o avanço do pagamento por aproximação e das carteiras digitais no Reino Unido, onde já são maioria entre os adultos. O CIB Bank, braço húngaro do grupo italiano Intesa Sanpaolo, mira esse mesmo comportamento ao entregar o anel como porta de entrada no relacionamento com o cliente.

O que observar

A gratuidade é o ponto a acompanhar. Distribuir o dispositivo de graça derruba a barreira de entrada, mas joga para o emissor o custo de aquisição e a aposta de que o cliente troque o cartão físico pelo acessório no dia a dia. Vale observar se quem resgata o voucher vira usuário recorrente o suficiente para justificar o subsídio.

No pano de fundo está a disputa por qual formato de pagamento por aproximação conquista o público mais jovem: celular, relógio, pulseira ou anel. Para bandeiras e fabricantes de vestíveis, a pergunta é se o anel resolve uma fricção real ou apenas concorre com a carteira que o consumidor já leva no bolso.

Fontes: FinextraRingPayLet’s MoneyLet’s Money

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