A Claro empresas levou à Febraban Tech uma oferta de GPU as a Service que, segundo a companhia, corta até 50% o custo de processamento de inteligência artificial. O modelo permite contratar apenas a fração necessária da capacidade, em vez de comprar a tecnologia em grandes volumes, com faturamento direto em real.
O processamento fica dentro da infraestrutura de nuvem da operadora, em território brasileiro. É esse ponto que a empresa usa como argumento junto a bancos e seguradoras, onde residência de dado, governança e LGPD deixaram de ser diferencial e viraram obrigação.
O que a Claro empresas levou ao evento
| Item | Dado |
|---|---|
| Economia declarada no custo de processamento | Até 50% |
| Modelo de contratação | Fração da capacidade, faturada em real |
| Local do processamento | Nuvem própria, em território brasileiro |
| Cobertura de chamadas com o Claro STT | 100% das ligações diárias |
| Cobertura da amostragem manual que ele substitui | 5% a 10% da operação |
| Ganho de conversão de vendas no piloto interno | 10% |
Dados informados pela Claro empresas em agosto de 2026. Site: Claro empresas
Comprar fatia de GPU em vez de rack inteiro
A oferta mira empresas cuja estratégia não comporta a aquisição de GPUs em grandes volumes, incluindo startups que precisam rodar provas de conceito com LLMs ou modelos menores sem travar capital em hardware.
“O modelo desenvolvido permite a contratação apenas da fração necessária da capacidade de processamento, com economia de até 50% nos custos de aquisição, e reforça a gestão inteligente de recursos, fator fundamental para alavancar tecnologias emergentes”, explica Raquel Possamai, diretora-executiva Claro empresas para o Mercado Financeiro.
O apelo de soberania é o segundo eixo do discurso. “Em setores regulados, como o Financeiro, que lidam com informações sensíveis e precisam seguir rigorosamente as regras da LGPD e do Banco Central, temas como Soberania e Governança de Dados são considerados críticos e tratados com extrema atenção. Atender a esses requisitos é obrigação e não diferencial”, afirma Maria Teresa Lima, diretora-executiva Claro empresas para Governo. O custo de infraestrutura tem sido alvo recorrente das áreas de tecnologia do setor: a Elo cortou 30% do custo de backup ao migrar para nuvem.








