A maior parte dos lojistas do país ainda não preparou o catálogo para vender em compras conduzidas por inteligência artificial (IA), enquanto o consumidor já experimenta a novidade num ritmo mais rápido. É a leitura do Global Digital Shopping Index 2026, levantamento que a PYMNTS Intelligence assina em parceria com a Visa.
Quem tem catálogo pronto para IA no comércio brasileiro
| Grandes comerciantes | 19% |
| Pequenas e médias empresas (PMEs) | 11% |
Dados de produtos preparados para leitura por IA, comércio brasileiro. Fonte: Valor / Global Digital Shopping Index 2026 (PYMNTS, Visa)
Poucos lojistas com catálogo legível por IA
O estudo mede quanto do varejo já deixou as informações de produto num formato que um agente automatizado consiga ler e comparar antes de fechar a compra. Só 19% dos grandes varejistas chegaram a esse ponto. Entre pequenas e médias empresas (PMEs), a fatia recua para 11%. Nos dois grupos, portanto, a prontidão é minoria.
O contraste é com quem está do outro lado do balcão. Enquanto o lojista ainda estrutura o catálogo, o consumidor já experimenta assistentes que pesquisam preço, montam carrinho e concluem o pagamento. No Brasil, esse teste começou a sair do laboratório: bandeiras e bancos já colocaram compras feitas por agentes de IA em pilotos com clientes reais.








