A Cross River, banco americano de infraestrutura que opera como plataforma de embedded finance para mais de 100 fintechs, levantou US$ 50 milhões em equity liderados pela T. Rowe Price. O aporte mantém a avaliação da empresa em cerca de US$ 3 bilhões, mesmo patamar do Series D de US$ 620 milhões captado em 2022.
Histórico de captações da Cross River
| Rodada | Ano | Valor | Valuation |
|---|---|---|---|
| Series A | 2016 | US$ 28 mi | n/d |
| Series B | 2018 | US$ 100 mi | US$ 1 bi |
| Series C | 2020 | US$ 100 mi | n/d |
| Series D | 2022 | US$ 620 mi | US$ 3 bi |
| Equity (atual) | 2026 | US$ 50 mi | ~US$ 3 bi |
Fontes: Cross River, PYMNTS
O banco por trás das fintechs
Fundada em 2008, a Cross River funciona como a camada bancária regulada por trás de operações como Stripe, Coinbase, Affirm, Upstart, Plaid e Bill.com. Sua infraestrutura proprietária de core bancário em tempo real sustenta produtos de pagamentos, crédito, cartões e cripto de forma embarcada, permitindo que parceiros de tecnologia ofereçam serviços financeiros sem precisar de licença bancária própria.
O capital será direcionado para três frentes: escala em cripto, expansão global e aceleração de capacidades de inteligência artificial. O CEO Gilles Gade descreveu a estratégia como “embedded finance 2.0”, a combinação de cripto, crédito, pagamentos e cartões em uma plataforma única com camada de IA. No mercado brasileiro, a Dock segue movimento similar ao reunir BaaS sob liderança dedicada e lançar ofensiva de crédito, enquanto na Europa, a Solaris aposta em agentes de IA para operar banco.






