O Cubo Itaú passa a manter uma equipe fixa no Vale do Silício, nos Estados Unidos. O hub de inovação criado pelo Itaú Unibanco não vai abrir escritório na região: a estrutura é uma frente de prospecção para mapear startups, fundos e tecnologias com potencial de aplicação no Brasil e na América Latina.
Brasileiros no Vale do Silício em 2026
| Instituição | O que montou | Anúncio |
|---|---|---|
| Nubank | Centro de IA em Palo Alto, com operação prevista para o segundo semestre de 2026 | Abril de 2026 |
| BV | Base institucional por meio de parceria com a Enhub, com pontes para Stanford e Berkeley | Julho de 2026 |
| Cubo Itaú | Equipe dedicada de prospecção, sem abertura de sede | Agosto de 2026 |
Movimentos anunciados pelo setor financeiro brasileiro na região em 2026. Fontes: Let’s Money (Nubank) • Let’s Money (BV) • TI Inside (Cubo Itaú)
A segunda etapa da expansão internacional do Cubo
O movimento vem depois da abertura da primeira sede internacional do hub, em Montevidéu, no Uruguai. Desta vez não há imóvel envolvido, e o próprio Cubo faz questão de marcar essa diferença.
“A iniciativa não representa a abertura de uma nova sede, mas sim uma frente de atuação estratégica para ampliar a capacidade do Cubo de acompanhar tendências, identificar tecnologias emergentes e aproximar a comunidade latino-americana de alguns dos principais polos de inovação do mundo”, afirmou Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú.
Criado em setembro de 2015 pelo Itaú Unibanco, o hub já recebeu mais de mil startups, que respondem por mais de 27 mil empregos diretos e somaram faturamento conjunto de R$ 10 bilhões em 2024. As empresas da comunidade captaram R$ 1,6 bilhão em investimentos em 2025, alta de 63%, e cerca de 70% delas operam em modelo B2B.








