A Galápagos Capital, companhia global de investimentos com mais de R$ 40 bilhões sob gestão, lançou o GLMP11, apresentado como o primeiro ETF brasileiro dedicado ao setor de energia limpa com exposição a ações locais. O fundo começa a ser negociado na B3 com aporte inicial de R$ 20 milhões levantado pela casa e conta com o BNDES como investidor-âncora, em montante equivalente aos demais recursos captados. A estreia se soma à chegada de novos ETFs à bolsa brasileira.
O GLMP11 foi um dos cinco produtos selecionados em edital do BNDES para estimular o mercado brasileiro de ETFs. Com o lançamento, a Galápagos chega ao seu 11º ETF; a plataforma soma mais de R$ 660 milhões em patrimônio e cerca de 5.400 cotistas, em agosto.
O GLMP11 em resumo
| Item | Dado |
|---|---|
| Produto | GLMP11, 1º ETF brasileiro de energia limpa com ações locais |
| Estreia | B3, com aporte inicial de R$ 20 milhões |
| Investidor-âncora | BNDES, via edital de ETFs |
| Índice | Teva Ações Energia Limpa (Teva Índices) |
| Taxa de administração | 0,20% ao ano |
Dados informados pela empresa. Fonte: Galápagos Capital
O que o fundo replica
O ETF replica o Índice Teva Ações Energia Limpa, desenvolvido pela Teva Índices, que reúne empresas de geração, transmissão e distribuição de energia e da cadeia de biocombustíveis. A metodologia limita a participação de cada empresa a 15% da carteira e exige valor de mercado acima de R$ 5 bilhões e volume médio de negociação superior a R$ 100 milhões por mês, com rebalanceamento semestral. O produto terá selo ESG da ANBIMA, taxa de administração de 0,20% ao ano e é voltado a investidores de varejo e institucionais.
“A transição energética deve continuar movimentando investimentos por muitos anos, e o Brasil ocupa uma posição privilegiada nesse processo. O GLMP11 oferece uma forma simples, transparente e eficiente de participar dessa tendência por meio de empresas brasileiras líderes em seus segmentos”, afirma Bruno Stein, sócio responsável pela área de ETFs da Galápagos Capital.








