Um novo golpe do Pix tem preocupado especialistas em segurança digital e usuários de bancos em todo o Brasil. Criminosos utilizam técnicas de engenharia social para se passar por funcionários de instituições financeiras, empresas de entrega ou até conhecidos das vítimas. O objetivo é criar situações de urgência que levem as pessoas a fazer transferências imediatas, aproveitando a velocidade do sistema de pagamentos instantâneos.
Como funciona a fraude
A abordagem começa geralmente com mensagens ou ligações telefônicas. Os golpistas alegam problemas na conta bancária, compras suspeitas ou supostas fraudes que precisam ser resolvidas com rapidez. Durante a conversa, criam um senso de urgência para convencer a vítima a realizar uma transferência via Pix.
Segundo O Antagonista, quando a pessoa efetua o pagamento acreditando resolver o problema, o dinheiro vai direto para contas controladas pelos criminosos. A característica instantânea do Pix, que facilita transações legítimas, também dificulta a recuperação dos valores.








