O Itaú BBA criou uma estrutura dedicada ao segmento de properties, ativos imobiliários de renda, e passou a atuar de forma conjunta com a Itaú Asset, que comprou 11 galpões da Log por R$ 1,02 bilhão em maio de 2026. A frente combina a originação e a concessão de crédito do banco com a gestão de recursos de terceiros da asset, para atuar em diferentes partes da estrutura de capital dos projetos.
Desde o segundo semestre de 2025, galpões logísticos, lajes corporativas e shopping centers, além de gestoras dedicadas ao mercado imobiliário, passaram a ter cobertura especializada no banco. Loteamentos e hotéis também entram, de forma mais seletiva.
A nova frente imobiliária do Itaú
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Ativos cobertos | galpões, lajes corporativas e shoppings; loteamentos e hotéis de forma seletiva |
| Modelo | crédito do Itaú BBA + gestão de terceiros da Itaú Asset |
| Real estate na Itaú Asset | cerca de R$ 3,5 bilhões |
| Total sob gestão em Private Markets | R$ 80 bilhões |
| Em vigor desde | segundo semestre de 2025 |
Estrutura informada pelo banco. Fonte: Itaú BBA
Crédito e equity na mesma mesa
A proposta é oferecer, para cada projeto, financiamento e investimento em posições diferentes da estrutura de capital, combinando crédito, participação e estruturas com prazos e perfis de risco variados. Na Itaú Asset, a cobertura de real estate está na área de Private Markets e reúne hoje cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos, de um total de R$ 80 bilhões sob gestão da área. A gestora pretende ampliar de forma expressiva a presença no segmento nos próximos cinco anos.
“Essa especialização nos permite aprofundar o conhecimento sobre cada classe de ativo e entender com mais precisão as necessidades dos clientes. A partir disso, podemos combinar crédito, equity e estruturas com diferentes prazos e perfis de risco e retorno”, afirma Bruno Bianchi, diretor comercial do segmento imobiliário no Itaú BBA.








