O JP Morgan vai perder a executiva que estruturou sua operação de inteligência artificial. Teresa Heitsenrether, responsável pela área de dados e análise do maior banco dos Estados Unidos, se aposenta no fim de 2026 após quase 40 anos de casa. O cargo passa a ser tocado pela estrutura de tecnologia, num movimento que mostra como grandes bancos reorganizam a liderança de IA.
A troca no comando de dados e IA do JP Morgan
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Quem se aposenta | Teresa Heitsenrether, chief data and analytics officer |
| Tempo de casa | Quase 40 anos |
| Frente que liderava | Estratégia de dados e IA, por 3 anos |
| Quem assume | Scot Baldry, chief technology officer |
| Comitê operacional | Cargo deixa de ter assento |
| Saída | Fim de 2026 |
Sucessão na chefia de dados e IA do JP Morgan. Fonte: PYMNTS
Quem sai e quem assume
Heitsenrether liderou a estratégia de dados e IA do banco pelos últimos 3 anos. Antes disso, comandou as áreas de prime brokerage e securities services e teve assento no comitê operacional, o grupo restrito que reúne os principais executivos do JP Morgan. Ela entrou no banco em 1987, como estagiária de verão, e nunca saiu.
Quem herda o título e as responsabilidades é Scot Baldry, chief technology officer do banco. A diferença está num detalhe que pesa: Baldry não vai ocupar a cadeira dela no comitê operacional. Na prática, a chefia de dados e IA perde o assento próprio na mesa de decisão mais alta e passa a viver dentro da estrutura de tecnologia.
“Teresa teve um papel central em construir e transformar alguns dos nossos negócios institucionais mais importantes e, mais recentemente, em moldar a estratégia de dados e inteligência artificial de toda a firma, que é central para o nosso futuro”, disseram Jamie Dimon, presidente-executivo, e Jennifer Piepszak, chefe de operações, em comunicado (em tradução livre).








