O Morgan Stanley corta 2.500 postos de trabalho em uma reestruturação que atinge 3% de sua força de trabalho global. A medida abrange as três principais divisões do banco: banco de investimento e negociação, gestão de patrimônio e gestão de investimentos. A instituição justifica o movimento como parte de um ajuste estratégico voltado para novas prioridades de negócios e reposicionamento geográfico.
Segundo o Finextra, a informação foi divulgada pelo The Wall Street Journal na quinta-feira. Os cortes não se concentram em uma única área, mas distribuem-se por toda a organização, sinalizando uma revisão ampla da estrutura operacional do banco.
Projeções apontam mais cortes no setor
Em janeiro de 2026, o próprio Morgan Stanley publicou um estudo prevendo que 200 mil empregos bancários serão eliminados na Europa até 2030. A pesquisa destacou que as demissões devem se concentrar em áreas de serviços centrais, como back-office, middle-office, gestão de risco e compliance. A análise indica ainda que bancos podem aumentar ganhos de eficiência em até 30% com inteligência artificial e digitalização.








