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Inclusão FinanceiraFintech · Crédito

Nubank já bancarizou 31,5 milhões de brasileiros

Data Nubank aponta o banco como instituição principal de cerca de 30% dos brasileiros em todas as regiões e soma 31,5 milhões de pessoas bancarizadas.

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· 3 min

Atualizado em

Alf Ribeiro / Shutterstock.com

O Nubank liderou a incidência principal em todo o território brasileiro no quarto trimestre de 2025, segundo pesquisa do NPS Prism by Bain & Company. Em 17 estados, cerca de 30% da população escolheu o banco digital para concentrar salário, pagamentos e produtos financeiros. O Data Nubank, em sua oitava edição, aponta ainda que a companhia já bancarizou 31,5 milhões de pessoas no país, número equivalente a quase 1 em cada 5 adultos.

Data Nubank aponta liderança em todas as regiões

O estudo desta edição, “De Norte a Sul: a presença e o impacto do Nubank em todo o Brasil”, detalha bancarização, participação no PIB e incidência principal por região. Os destaques foram o Norte, com incidência principal de 34%, e o Nordeste, com 31%. Na prática, nessas regiões, de cada 100 brasileiros, cerca de um terço elegeu o Nubank como sua principal instituição financeira. Mesmo nos estados com menor incidência, a presença segue relevante: todos registraram ao menos 23%, quase 1 em cada 4 pessoas. O movimento acompanha um cenário em que bancos digitais já são a instituição principal de 46% dos brasileiros.

Nubank em números, por região (4T25)

Indicador Resultado
Incidência principal no Norte 34%
Incidência principal no Nordeste 31%
Menor incidência estadual ao menos 23%
Pessoas bancarizadas no Brasil 31,5 milhões

Data Nubank, com base no NPS Prism by Bain & Company (4T25). Fonte: Nubank

“Quando fundamos o Nubank, queríamos transformar um sistema financeiro que excluía mais do que incluía. Ver que hoje lideramos a preferência dos brasileiros em todas as regiões do país confirma que essa mudança é real e chegou à vida das pessoas”, afirma David Vélez, fundador e CEO Global do Nubank.

Desertos bancários e inclusão financeira

O Nubank é especialmente relevante em municípios sem agências bancárias físicas, conhecidos como “desertos bancários”. Hoje, quase metade das cidades brasileiras se enquadra nessa realidade, com destaque para estados como Paraíba, Piauí e Tocantins, que contam com mais de 80% dos seus municípios sem agência física. Os dados mostram que, quanto maior o percentual de municípios sem agência bancária no estado, maior é a incidência principal do banco, o que indica que, onde as alternativas tradicionais são mais limitadas, os modelos digitais ganham relevância na vida das pessoas.

Para Eduardo Lopes, diretor de Políticas Públicas do Nubank, o levantamento revela que “onde o sistema financeiro tradicional sempre foi mais ausente, a inclusão avançou de forma mais acelerada”. Esse padrão, segundo ele, “reforça o papel estrutural que modelos digitais podem ter na redução das desigualdades de acesso no Brasil”. O mesmo movimento aparece na expansão da companhia para além de serviços bancários, como no caso do NuCel, que chegou a 1 milhão de clientes.

Crédito, peso no PIB e economia no bolso

O estudo aponta uma correlação inversa entre o PIB per capita e a proporção da população adulta bancarizada pela instituição. Em estados de menor renda, historicamente menos atendidos pelo sistema tradicional, a bancarização via Nubank tem sido maior. No Nordeste, o crédito da companhia alcançou 6,8% do PIB da região em 2025, e em um dos estados dessa região o alcance superou 8%.

O levantamento estima ainda que, até 2025, os clientes do Nubank acumularam uma economia de R$ 134,7 bilhões em tarifas e anuidade, recursos que deixaram de ser gastos com serviços bancários e permaneceram com os consumidores. Em mais de 15 estados, a parcela de bancarizados representa mais de 20% da população adulta.

O que observar

Para quem acompanha inclusão financeira, o ponto a observar é a correlação entre a ausência de agências físicas e a adoção de bancos digitais como instituição principal. Municípios sem rede bancária tradicional seguem sendo a fronteira onde os canais digitais mais avançam. Vale acompanhar como a participação do crédito digital no PIB regional evolui em áreas de menor renda, e se a concentração de salário e pagamentos em plataformas digitais se sustenta conforme novos entrantes disputam o mesmo público.

Fontes: Bancos digitais viram principal de 46% dos brasileirosNuCel chega a 1 milhão de clientesData Nubank

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