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Nubank lidera ranking da Forbes no Brasil pelo 8º ano

Nubank conquista 1o lugar no ranking Forbes no Brasil pelo oitavo ano e no México pelo quinto, com 113 milhões de clientes e taxa de atividade de 86%.

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Atualizado em

O Nubank alcançou o primeiro lugar no ranking Forbes World’s Best Banks no Brasil pelo oitavo ano consecutivo e no México pelo quinto. A pesquisa, conduzida pela Statista com mais de 54 mil clientes bancários em 34 países, avalia instituições em cinco critérios: confiança, condições, atendimento, serviços digitais e assessoria financeira.

Forbes World’s Best Banks 2026 — Brasil (top 8)

Posição Instituição
Nubank
Banco Inter
C6 Bank
Sicredi
PagBank
Neon
Next
Itaú

Pesquisa Statista com 54 mil clientes em 34 países. Bancos digitais dominam as primeiras posições. Fonte: Forbes/Selectra

Escala e resultados financeiros sustentam a liderança

No Brasil, o Nubank atingiu 113 milhões de clientes com taxa de atividade de 86%, o que segundo a empresa o consolida como a maior instituição financeira privada em número de clientes no país. “Todos os Nubankers são convidados a monitorar periodicamente o atendimento ao cliente para realmente entender o feedback que recebemos”, disse David Vélez, CEO do Nubank. No México, são 14 milhões de clientes, com a empresa avançando no processo de licença bancária. Na América Latina como um todo, o Nu fechou 2025 com 131 milhões de clientes, receita de US$ 16 bilhões (+45%) e lucro líquido de US$ 2,8 bilhões (+51%), com ROE de 33%.

O ranking reforça uma tendência visível nos dados: bancos digitais ocupam seis das oito primeiras posições no Brasil. Inter (2o), C6 Bank (3o), PagBank (5o), Neon (6o) e Next (7o) acompanham o Nubank no topo, enquanto o Itaú aparece como o primeiro banco tradicional, na 8a posição. O Nubank segue expandindo sua oferta de produtos, com movimentos recentes como a unificação de Pix, débito e crédito em pagamento por NFC e a entrada no mercado de telefonia com a NuCel.

O que observar

Rankings de percepção medem satisfação declarada, não solidez financeira ou competitividade de produto. Ainda assim, a dominância de bancos digitais nas primeiras posições sinaliza uma mudança estrutural na relação dos clientes brasileiros com serviços financeiros. A questão prática é se essa preferência se traduz em maior participação no crédito e nos produtos de maior margem, onde bancos tradicionais ainda concentram escala. Com a expansão para telecom, seguros e consignado, fintechs de varejo testam os limites de até onde a confiança do cliente digital se converte em cross-sell efetivo.

Fontes: NubankSelectra/ForbesNosso MeioMercado & ConsumoLet’s Money

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