O Pix teve o maior movimento diário desde a sua criação na sexta-feira passada, dia 4 de setembro. Foram 318,07 milhões de operações liquidadas (318.073.816) em 24 horas, que somaram R$ 186,89 bilhões em recursos, de acordo com o Banco Central. É o novo recorde diário do sistema de pagamentos instantâneos.
Pix em números: o novo recorde diário
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Operações no dia (4/9/2026) | 318.073.816 |
| Valor movimentado no dia | R$ 186,89 bilhões |
| Recorde anterior (5/12/2025) | 313,3 milhões de transações |
| Pix no 2º trimestre de 2026 | 22,93 bilhões de operações |
Recorde diário de transações liquidadas do Pix, dados do SPI. Fonte: Valor Econômico
O dia que superou o pico de dezembro
O número deixou para trás o pico de 5 de dezembro de 2025, data em que o sistema havia processado 313,3 milhões de operações em uma única jornada. O salto confirma a expansão do meio de pagamento em todas as frentes, do varejo digital à máquina de cartão, onde o instantâneo já avança mais rápido que o débito, como o Let’s Money mostrou no balanço de meios de pagamento de 2025.
Os dados trimestrais do próprio regulador reforçam essa concentração. Entre abril e junho, o instantâneo respondeu por 22,93 bilhões de transações e R$ 10,499 trilhões, patamar que o mantém isolado como o meio de pagamento preferido do brasileiro. A distância para a segunda modalidade é larga: na segunda posição do trimestre, o cartão de crédito movimentou R$ 815,57 bilhões, distribuídos em 6,049 bilhões de operações, um volume de uso que equivale a pouco mais de um quarto do que passou pelo Pix no mesmo período.








