A Revolut, que opera no Brasil desde 2023, mira um IPO em dois anos com avaliação de US$ 150 bilhões, o dobro dos US$ 75 bilhões atuais. Nessa marca, a fintech britânica valeria mais do que Barclays, Deutsche Bank e Société Générale somados.
Os números que sustentam a meta de US$ 150 bi
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Receita 2025 | US$ 6 bi |
| Lucro bruto 2025 | US$ 2,3 bi |
| Linhas de produto >£100 mi ao ano | 11 |
| Valuation atual | US$ 75 bi |
| Meta para IPO | US$ 150 bi |
| Horizonte declarado | 2 anos |
Indicadores financeiros de 2025 e meta anunciada de IPO. Fonte: Finextra
Os números por trás da meta do IPO
A fintech reportou no mês passado lucro bruto recorde de US$ 2,3 bilhões em 2025, com receita de US$ 6 bilhões. A plataforma multiengine da companhia hoje tem 11 linhas de produto que ultrapassam £100 milhões em receita anual cada. O salto de valuation projetado vem depois de um secondary share sale concluído em novembro de 2025, quando a Revolut saiu dos US$ 45 bilhões para os US$ 75 bilhões em rodada liderada por Coatue, Greenoaks, Dragoneer e Fidelity, com participação de Andreessen Horowitz, Franklin Templeton e NVentures.
“Somos um banco e, para um banco, é superimportante ter confiança”, disse o CEO Nik Storonsky em entrevista à Bloomberg TV, reproduzida pela Finextra. “Empresas públicas são mais confiáveis do que as privadas.” Em dezembro, o executivo apontou Wall Street como destino preferido da abertura de capital, citando a liquidez mais profunda e a aplicação em curso pela licença bancária nos Estados Unidos.








