A Ripple ampliou o GSmart, o pacote de inteligência artificial embutido em seu produto de tesouraria, com novos recursos para previsão, liquidez, risco, conciliação e relatórios. O movimento mira um problema declarado pela própria empresa: só 13% das companhias acreditam ter a governança adequada para agentes de IA.
A distância entre adotar e governar IA
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Agentes de IA por empresa da Fortune 500 até 2028 (projeção do Gartner citada pela Ripple) | mais de 150 mil |
| Empresas que consideram ter governança adequada para agentes de IA | 13% |
Dados sobre adoção e governança de agentes de IA citados pela Ripple. Fonte: PYMNTS
Uma IA que opera dentro das regras da empresa
Tesouraria é a área que cuida da gestão de caixa e liquidez das companhias, e é nela que o GSmart passa a atuar com mais funções. Segundo a Ripple, o sistema integra a inteligência artificial às políticas, aos dados e às rotinas das equipes financeiras, e a expansão acrescenta recursos governados por políticas para previsão, liquidez, risco, conciliação e relatórios.
O desenho central, descrito pela empresa, separa o cálculo financeiro da interpretação por IA. Motores determinísticos executam as contas por trás das decisões, enquanto a inteligência artificial lê as políticas, identifica padrões e explica recomendações, com a aprovação de cada ação financeira mantida nas mãos das equipes de tesouraria. “Todo CFO está sob pressão para adotar IA, mas é igualmente responsável por garantir que cada decisão financeira seja explicável, governada e em conformidade”, disse Renaat Ver Eecke, vice-presidente sênior da Ripple Treasury.








