Sergio Costantini, ex-diretor de operações (COO) do Santander e presidente da ABFintechs, assume como General Manager da Oscilar para a América Latina. A empresa, sediada em Palo Alto, vende uma plataforma de gestão de riscos com IA agêntica para instituições financeiras e já tem clientes no Brasil, México, Peru e Uruguai.
O plano declarado é triplicar a presença regional nos próximos 12 meses. A operação brasileira já é formalmente constituída, com equipe local e faturamento em reais, e Costantini vai trabalhar diretamente com as frentes de go-to-market, clientes e parceiros em toda a região.
A Oscilar em números
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Crescimento da receita recorrente anual em 24 meses | 15 vezes |
| Plano para a América Latina | Triplicar a presença em 12 meses |
| Mercados com clientes | Brasil, México, Peru e Uruguai |
| Agentes de IA no Agent Hub | Mais de 30, coordenados |
| Instituições financeiras atendidas | Mais de 100 |
| Tempo por decisão de risco | Menos de 100 milissegundos |
Dados informados pela Oscilar em agosto de 2026. Site: Oscilar
Comprador virou vendedor
A trajetória é o argumento central do anúncio. Costantini soma mais de 30 anos em serviços financeiros no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, com cargos executivos no BBVA, no ABN Amro e no Santander, passando por banco corporativo, banco de investimento, tecnologia e operações. Em 2020, abriu o primeiro escritório da Mambu no Brasil como General Manager. Desde abril de 2026, preside a ABFintechs, entidade que representa quase 600 fintechs.
“Sergio já exerceu as duas funções mais importantes para este cargo”, afirmou Neha Narkhede, cofundadora e CEO da Oscilar. “Ele liderou operações dentro de um dos maiores bancos da região e construiu a operação brasileira de uma empresa de software bancário a partir da abertura de seu primeiro escritório. Ele entende tanto como as instituições escolhem infraestruturas críticas quanto o que é necessário para conquistar sua confiança […]”.
Do outro lado, o executivo enquadra a escolha pelo produto. “Passei 30 anos nos dois lados desse negócio e não associo meu nome em empresas facilmente. O que me atraiu na Oscilar foi o produto, a equipe e a oportunidade na América Latina […]”, afirmou Costantini.








