A Stablecore, em parceria com a Circuit e a Curql, abriu um programa de acesso antecipado que permite a cooperativas de crédito dos EUA oferecer stablecoin e ativos digitais aos membros. As três primeiras instituições somam US$ 25 bilhões em ativos. No Brasil, cooperativas já testam o Real Tokenizado no piloto do Drex.
O que as cooperativas dos EUA poderão oferecer
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Produtos | Stablecoin, depósito tokenizado, Bitcoin, staking, pagamentos em cripto |
| Lastro do stablecoin | 1:1 em caixa |
| Cooperativas iniciais | RBFCU, Stanford FCU, La Capitol FCU |
| Ativos somados (3 iniciais) | US$ 25 bilhões |
| Início | 24/jun/2026 |
Programa de acesso antecipado de ativos digitais para cooperativas dos EUA. Fonte: crypto.news
O que o programa entrega
A Stablecore opera um núcleo de ativos digitais que integra stablecoin, depósito tokenizado e cripto ao sistema bancário que a instituição já usa. A Circuit, organização de pesquisa e desenvolvimento do setor, e a Curql, coletivo que reúne mais de 160 cooperativas e investidora inicial da Stablecore, dão o suporte. Além da tecnologia, o programa prevê educação para funcionários e membros antes da adoção. As stablecoins envolvidas são lastreadas 1:1 em caixa.
O argumento é de defesa de base. “Ao permitir que cooperativas ofereçam produtos de ativos digitais, estamos ajudando-as a se manter relevantes diante de ameaças competitivas, reter seus depósitos e seguir como o parceiro financeiro principal e de confiança de seus membros”, afirmou Alex Treece, CEO da Stablecore, em tradução livre. A leitura conversa com o movimento de bancos que correm para lançar stablecoin antes que a concorrência o faça.







