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SumUp confirma Mariana Lázaro como CEO no Brasil

SumUp confirma Mariana Lázaro como CEO no Brasil. Ex-CFO para o Brasil e Américas, ela chega ao topo por promoção interna após ser interina.

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· 3 min

Atualizado em

Mariana Lázaro

A SumUp confirmou Mariana Lázaro como CEO da sua operação no Brasil, oficializando quem já respondia pelo negócio como CEO interina há alguns meses. A executiva ingressou na companhia em 2019 e ocupava a cadeira de CFO para o Brasil e as Américas, um movimento que leva ao topo uma liderança formada dentro da própria fintech, a mesma que virou financeira no país com aval do Banco Central.

Trajetória de Mariana Lázaro na SumUp

Etapa Posição
2019 Ingresso na SumUp
Antes da promoção CFO para o Brasil e as Américas
Há alguns meses CEO interina no Brasil
2026 CEO confirmada no Brasil

Trajetória informada pela empresa. Fonte: TI Inside

Uma liderança formada dentro da casa

No cargo anterior, Mariana Lázaro comandava a área financeira da fintech em cinco mercados. Segundo a própria SumUp, como CFO para as Américas ela respondia pelas operações no Brasil, no Chile, na Colômbia, nos Estados Unidos e no Peru. São mais de vinte anos de carreira em áreas que vão de estratégia e finanças à expansão de negócios, construídos em companhias globais de ramos como tecnologia, pagamentos, serviços financeiros e agronegócio.

Graduada em Administração de Empresas e também formada pelo MIT Sloan, ela chega ao topo da operação local por promoção interna, e não por uma contratação vinda de fora. “Assumir oficialmente a liderança da operação brasileira é seguir com o desafio estratégico de gerar oportunidades constantes de fortalecer o nosso propósito de empoderar micro e pequenos empreendedores por meio de soluções simples, acessíveis e inovadoras”, afirmou Mariana Lázaro. A companhia trata a promoção como um marco para mulheres em cargos de comando dentro das áreas de tecnologia e finanças.

O Brasil no centro da estratégia da SumUp

A confirmação chega num momento em que a operação brasileira ganhou peso dentro do grupo. No país, a fintech recebeu aval do Banco Central para operar como financeira e passou a oferecer investimentos no app para lojistas aplicarem saldo, ampliando o leque para além da maquininha. No plano global, a companhia também prepara um IPO avaliado em US$ 10 bilhões na Europa, o que aumenta a atenção sobre o desempenho de cada praça.

O que observar

A escolha por uma liderança formada internamente, e vinda da área financeira, sinaliza continuidade sobre disciplina de capital num momento em que a empresa se prepara para os holofotes de um mercado de capitais. Vale acompanhar se a agenda anunciada de foco em micro e pequenos empreendedores se traduz em novos produtos de crédito e serviços financeiros para esse público, o segmento mais sensível a custo e a experiência de uso.

A pergunta que fica é como a operação brasileira será posicionada na narrativa de uma eventual abertura de capital lá fora. Para adquirentes e fintechs de pagamento que disputam o mesmo lojista, a definição do comando local costuma anteceder movimentos de preço, portfólio e parcerias, e é aí que o impacto tende a aparecer primeiro.

Fontes: TI InsideSumUpLet’s MoneyLet’s MoneyLet’s Money

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