A telli, startup de agentes de IA de voz, captou US$ 15 milhões em uma rodada seed liderada pela redalpine para substituir call centers por agentes que atendem clientes de ponta a ponta. A ferramenta da empresa, batizada de Charlie, já roda milhões de conversas para companhias como Sky, Enpal e Vaillant Group.
Uso de agentes de IA no atendimento, por setor
| Setor | Organizações que usam |
|---|---|
| Saúde e medicina | 60% |
| Serviços financeiros e seguros | 50% |
| Mídia e publicidade | 45% |
Relatório “Financial Services Pulls Ahead in the Enterprise AI Race”. Fonte: PYMNTS
O que a telli faz com IA
A Charlie é um construtor de agentes de IA voltado ao contato com o cliente. Com ela, empresas B2C criam, testam, otimizam, mantêm e operam agentes que conversam com o consumidor. Esses agentes atendem ligações, qualificam leads, marcam compromissos, fazem follow-ups e resolvem solicitações. A ferramenta também analisa conversas, aponta problemas, roda experimentos e ajuda a melhorar a comunicação. Segundo a empresa, agentes criados na Charlie já são usados por companhias de portes variados, de pequenas e médias a grandes corporações.
“Acreditamos que a voz é apenas o começo. À medida que a comunicação com o cliente se espalha por mais canais e os agentes de IA pessoais viram parte do dia a dia, as empresas vão precisar de IA do seu lado da conversa também”, afirmou a telli em publicação, em tradução livre. A demanda por esse tipo de solução aparece nos dados: chatbots e agentes virtuais de atendimento já são usados por 60% das organizações de saúde, 50% das de serviços financeiros e seguros e 45% das de mídia, segundo a PYMNTS Intelligence.







