A Visa entrou na infraestrutura de stablecoin institucional. A empresa lançou a Visa Stablecoin Platform, ainda em beta, que dá a bancos e fintechs uma carteira única para cunhar, mover e resgatar stablecoins, começando pela Open USD. No Brasil, onde a Visa já construiu infraestrutura para bancos tokenizarem depósitos, o movimento aproxima a moeda programável das tesourarias.
Open USD em números
| Item | Dado |
|---|---|
| Consórcio | Open Standard, com mais de 140 empresas fundadoras |
| Fundadoras citadas | Visa, Mastercard, Stripe, BlackRock, Coinbase |
| Lançamento da OUSD | Previsto para 2026 |
| Modelo | Receita das reservas dividida com os parceiros |
Dados sobre a Open USD e o consórcio Open Standard. Fonte: CoinDesk
O que a plataforma da Visa faz
A Visa Stablecoin Platform, ou VSP, empacota a infraestrutura de carteira onchain que as instituições precisam para operar stablecoins. Pela oferta de Wallet-as-a-Service, um cliente pode cunhar, queimar e transferir a Open USD, conectar carteiras já existentes e ligar contas bancárias, com controles de aprovação em dupla, registro de auditoria, passkeys e listas de permissão. A plataforma se integra às soluções de settlement, tesouraria e câmbio que a Visa já opera.
“Stablecoins abrem uma nova camada de dinheiro programável, mas para a maioria das instituições a parte difícil não é o conceito, é a realidade operacional”, disse Jack Forestell, diretor de produto e estratégia da Visa, em tradução livre. Segundo ele, a plataforma oferece às instituições um lugar único para cunhar, mover e gerir operações com stablecoin. O acesso à Open USD segue em fase beta, com limites de volume e de geografia.








