A Amazon chegou tarde na corrida da inteligência artificial, mas tenta acelerar o passo. No re:Invent 2025, a AWS fez 25 anúncios para mostrar que ainda pode ser protagonista dos agentes autônomos aos chips, passando por infraestrutura e novos modelos.
A palavra de ordem é “agente”. Para Matt Garman, CEO da AWS, o futuro das empresas será composto por bilhões deles, programáveis, autônomos e integrados ao fluxo de trabalho. A AWS quer ser a base dessa revolução, segundo o “Startups”.
Agentes, modelos e chips: o combo da AWS
Para sustentar essa visão, a AWS dobrou o número de LLMs disponíveis no Bedrock, adicionou modelos da Mistral AI e lançou a família Nova 2, com destaque para o Nova 2 Omni, que combina múltiplos modelos para entregar respostas mais refinadas.
Mas o coração da ofensiva está nos chips. A nova geração Trainium3 já está no mercado, com promessa de 4,4x mais performance e 4x mais eficiência energética. E o Trainium4, em desenvolvimento, vem com suporte ao NVLink Fusion, mirando workloads pesados de IA.








