O crescimento das fintechs veio com inovação, escala e disrupção, mas agora também vem com imposto mais alto. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou um projeto que aumenta a alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) para empresas do setor a partir de 2026, além de impor novas obrigações regulatórias. O texto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados e pela sanção do presidente Lula.
Tributação mais alta para fintechs
Pelo projeto, fintechs, instituições de pagamento, bolsas e administradoras de mercado de balcão terão a alíquota elevada de 9% para 12% em 2026, e depois para 15% em 2028. Já as instituições de crédito e financiamento, como SCDs e SEPs, sobem de 15% para 17,5% e, em seguida, para 20%.
O movimento retoma parte da estratégia do governo de ampliar a arrecadação sem recorrer à reedição da MP que tratava do IOF, proposta que fracassou no Congresso. Estima-se que a nova tributação possa gerar R$ 5 bilhões já em 2026 e ultrapassar R$ 6,7 bilhões por ano até 2028.








