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Bitcoin sobe 4% e atinge maior patamar em seis semanas

Criptomoeda avançou para US$ 74,5 mil com retorno de apetite por risco e otimismo sobre conflito no Oriente Médio

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· 1 min

Atualizado em

Foto de Kanchanara na Unsplash

O bitcoin registrou alta de aproximadamente 4% nesta segunda-feira, alcançando US$ 74.512, o maior valor desde 4 de fevereiro. O movimento reflete o retorno do apetite por ativos de risco entre investidores, que demonstram otimismo com possível arrefecimento das tensões no Oriente Médio.

Apesar do avanço recente, a maior criptomoeda do mercado ainda acumula queda de cerca de 40% em relação ao recorde histórico registrado em outubro. A volatilidade da moeda digital permanece elevada, mas o cenário atual indica recuperação gradual do interesse por criptoativos.

Entrada de capital em ETFs impulsiona bitcoin

A valorização do bitcoin coincide com o aumento de aportes em fundos negociados em bolsa (ETFs) vinculados à criptomoeda. Segundo a Bloomberg, investidores voltaram a injetar recursos nesses produtos financeiros, sinalizando confiança renovada no mercado cripto.

Os ETFs de bitcoin se consolidaram como importante canal de acesso institucional ao ativo digital. O fluxo positivo de capitais sugere que grandes investidores estão aproveitando os preços mais baixos para recompor posições.

Mercados asiáticos lideram movimento de alta

O movimento de valorização começou durante o pregão asiático, enquanto outros mercados globais mantinham desempenho morno. A Ásia historicamente exerce papel relevante na negociação de criptomoedas, concentrando parte significativa do volume diário de transações.

Analistas apontam que a expectativa de estabilização geopolítica contribuiu para reduzir a aversão ao risco. Com isso, investidores voltaram a buscar ativos com maior potencial de valorização, beneficiando o bitcoin e outras criptomoedas de grande capitalização.

O próximo desafio para a criptomoeda será sustentar o patamar acima dos US$ 74 mil e consolidar uma tendência de alta mais duradoura. A recuperação total até os níveis recordes, no entanto, dependerá de fatores macroeconômicos e da evolução do ambiente regulatório global.

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