Durante o Amazon Web Services Financial Services Symposium Brasil, Letícia Penha, Líder de Arquitetura de IA do Santander, revelou três casos de uso impulsionados por IA generativa e assistentes conversacionais. Segundo ela, a estratégia é “começar pequeno, ganhar tração e evoluir com segurança” em um ambiente bancário regulado.
“O Pitchmaker já é usado pelo time de assessoria para gerar propostas de investimento com base em dados de carteira, tendências e momento de mercado”, contou Letícia, explicando que esse case foi escolhido por ter arquitetura relativamente simples, em entrevista exclusiva à “Let’s Money”.
Em seguida vieram assistentes internos para esclarecer dúvidas de colaboradores sobre RH, produtos e processos. O passo mais audacioso é o agente de atendimento ao cliente, com IA generativa interagindo diretamente com usuários finais.
A priorização desses casos não foi feita por acaso. Letícia diz que o banco avalia o impacto no negócio, o retorno de curto prazo e o mapeamento das dores reais. “Nem tudo o que é lançamento no mercado é maduro ou aplicável ao Santander. Às vezes, o mais revolucionário não encaixa se a base não estiver estruturada”, afirmou.









