O Pix bateu mais um recorde em setembro: R$ 1,7 trilhão movimentados em um único mês, segundo dados divulgados pelo Banco Central. O volume marca o maior valor já registrado desde a criação do sistema de pagamentos instantâneos, em 2020, e consolida a ferramenta como peça-chave da digitalização financeira no Brasil.
A alta foi impulsionada principalmente por transações de pessoa física para pessoa física, que cresceram 17,9% em valores e 11,6% em número de operações na comparação com o mesmo período de 2024. No comércio, o avanço foi ainda mais expressivo: 26,5% em valor e 38,2% em volume. Já as transações relacionadas a atividades financeiras, seguros e serviços explodiram, com alta de 127,6% no montante e 38,5% na quantidade.
Visão do Pix e do crédito
Os números consideram apenas transações efetivas, ou seja, excluem devoluções, saques e movimentações entre contas de mesma titularidade. Isso ajuda a dar uma visão mais precisa sobre o uso real do Pix na economia.
Enquanto o sistema de pagamentos segue em curva ascendente, o Banco Central também divulgou as estatísticas de crédito do país: o saldo total das operações no Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 6,8 trilhões em setembro, com alta de 1,1% no mês e 10,1% em 12 meses.







