O Banco Central flexibiliza compulsório bancário para amenizar o impacto da recomposição do Fundo Garantidor de Créditos. A medida foi anunciada nesta terça-feira (3) e permite que as instituições financeiras deduzam as contribuições antecipadas ao FGC do recolhimento compulsório, tanto para depósitos à vista quanto a prazo.
A decisão surge em resposta ao prejuízo de aproximadamente R$ 50 bilhões que o FGC deve absorver após a liquidação do Banco Master. Segundo o Bloomberg Linea, o objetivo é reduzir o impacto sobre a liquidez do sistema financeiro.
Impacto bilionário no sistema
As liquidações do Banco Master e de outras instituições menores relacionadas geraram um ônus superior a R$ 50 bilhões para o Fundo Garantidor. O Itaú Unibanco, maior banco do país, estimou em fevereiro que o impacto total poderia alcançar R$ 55 bilhões.
O FGC é financiado por contribuições proporcionais ao porte de cada instituição financeira participante. Portanto, os maiores bancos arcam com a maior parte do custo dessa recomposição.








