O Santander Brasil vai incorporar a Esfera, sua subsidiária de fidelidade avaliada em R$ 1,091 bilhão segundo laudo da PwC, encerrando a companhia como pessoa jurídica independente. O banco convocou assembleia geral extraordinária para 30 de junho para aprovar a operação.
Incorporação da Esfera: dados da operação
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Laudo de avaliação | PwC |
| Patrimônio líquido da Esfera | R$ 1,091 bilhão |
| Participação do Santander | 100% do capital |
| Data da assembleia (AGE) | 30 de junho de 2026 |
Dados da proposta de incorporação. Fonte: Valor Econômico
O que muda com a absorção da Esfera
A Esfera gerencia os programas de pontos e recompensas do grupo Santander no Brasil. Como o banco já detém 100% do capital da subsidiária, a operação não altera a composição acionária do Santander nem exige emissão de novas ações. Após a aprovação em assembleia, a Esfera será extinta e o Santander assumirá diretamente todos os ativos, direitos e obrigações da companhia.
“A operação trará benefícios de ordem administrativa, econômica e financeira às partes, em especial, a integração de processos administrativos, operacionais e tecnológicos, promovendo ganhos de escala e eficiência na gestão de recursos e atividades”, disse o Santander em comunicado. O banco estima os custos da transação em até R$ 150 mil, cobrindo honorários de auditoria, publicações e registros corporativos.
A simplificação da estrutura societária acompanha outras decisões operacionais do banco no Brasil: a mudança de sede para o novo campus em São Paulo, prevista para 2028, e iniciativas de pagamentos com inteligência artificial na América Latina indicam uma agenda de consolidação operacional em curso. O laudo da PwC fixou o patrimônio líquido da Esfera em R$ 1,091 bilhão, referência para a incorporação sem nova emissão de ações.








