A Swap apresentou na Febraban Tech o Cartão de Recebíveis: um cartão de crédito PJ em que a garantia e o funding já vêm embutidos. O limite é lastreado nas Unidades de Recebível (URs) que o estabelecimento gera nas maquininhas, o que dispensa a imobilização de recursos em caixa ou a contratação de garantias caras que uma operação de cartão pós-pago costuma exigir.
A mecânica fecha o ciclo sozinha. Conforme a empresa vende mais, o limite cresce. Conforme usa o cartão, os próprios recebíveis pagam a fatura, sem ação manual. A plataforma da fintech de BaaS faz a gestão da trava dos recebíveis e libera o limite disponível. A distribuição é indireta, por subadquirentes, softwares de gestão e outros participantes da cadeia de pagamentos. Dentro do recorte endereçável pelo modelo de BaaS, a companhia estima um mercado de R$ 3,6 bilhões.
O tamanho da aposta
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Mercado endereçável estimado pela Swap | R$ 3,6 bilhões |
| Estoque de recebíveis de cartão registrados (Núclea) | Mais de R$ 700 bilhões |
| Volume transacionado por adquirentes ao ano (Núclea) | R$ 3,1 trilhões |
| Crescimento da Swap em 2025 | 70% |
| Projeção de crescimento em 2026 | 50% |
| Parceiros atendidos | Mais de 150 |
Dados informados pela Swap em agosto de 2026, com estoque de recebíveis atribuído à Núclea. Site: Swap
Duas frentes de crédito em duas semanas
O cartão é a segunda peça de uma vertical de crédito que a companhia abriu neste mês. A primeira veio no Conarh, entre 18 e 20 de agosto, quando a Swap lançou o consignado privado dentro do app de benefícios, ao lado da Plataforma de Benefícios 2.0, de um marketplace de benefícios digitais e de um portal white label de gestão de despesas corporativas.
“Este lançamento reflete a consolidação do nosso compromisso com a evolução contínua do nosso portfólio. Aceleramos o ritmo desde o ano passado, impulsionados pelas atualizações regulatórias e pelas novas diretrizes do PAT, que vêm redesenhando todo o setor de benefícios”, afirma Doug Storf, CEO da Swap.








