A Klarna voltou ao centro do palco do mercado financeiro. Em sua tão esperada abertura de capital, a fintech sueca levantou US$ 1,4 bilhão em um IPO na Bolsa de Nova York, um movimento que marca não apenas uma rodada de liquidez, mas um novo capítulo para a empresa e para o setor de fintechs.
As ações da Klarna foram precificadas a US$ 40, acima da faixa indicada, e chegaram a abrir o pregão a US$ 52, estabilizando-se em torno de US$ 46. Com isso, a empresa atingiu uma avaliação de mercado de US$ 15 bilhões, segundo o “TechCrunch”.
Klarna privilegia investidores antigos no IPO
Dos US$ 1,4 bilhão captados, a maior parte não foi para o caixa da empresa, e sim para acionistas antigos. Apenas 5 milhões das 34,3 milhões de ações ofertadas foram vendidas pela Klarna. O restante foi disponibilizado por fundos como Sequoia Capital, BlackRock e Silver Lake, que aproveitaram a alta demanda para realizar parte dos lucros, sem sair da posição.
A Sequoia, maior acionista com quase 23% da Klarna, liderou a oferta secundária. O cofundador e CEO, Sebastian Siemiatkowski, não vendeu nenhuma ação. Já Victor Jacobsson, que saiu da empresa em 2012, vendeu 1,1 milhão de ações, mas manteve uma fatia superior a 8%.








